Oportuno

 

 

 

Tento voltar e escrever. Na medida do possível, tento realizar uma tarefa difícil. Tento comungar diversas coisas, desde o que se pensa até a concretização. Há várias passadas entre estes dois pontos. O escrever se tornou em algo moribundo, sem a audácia de ser lazarento. A vida também pode ser assim.

 

E tudo gira. Gira! Não conforme a música mundana, mas segundo a minha caixa de música!

Entre anúncios de jornais e televisão, prefiro escrever algo doce e confortável. Alinho minhas palavras ao consenso sideral poético, acreditando que o amargo das mesmas coisas só gera a arteriosclerose da alma.

 

Sim, as imagens da TV causam náuseas. A criança entregando o diploma nas mãos da mãe foi lindo, singelo, um convite à simplicidade.  Coloco meu blogg e minhas palavras ao contentamento fuzilatório dos políticos cronistas e sábios. Eca... Sábio é ser decrépito da alma. Ter e não ser. Ser e não ser. Shakespeare nos deixou uma confusão para que os abdominais do cérebro dessem certo... Pelo menos a desconfiança da alma.

 

 

Alinho por dias melhores.

 

 

Yes! Necessary comments!

 

 

O Blog completa um ano de existência. Ocorreram mudanças, desde a forma de escrever até à ousadia de colocar o teclado numa posição confortável. Menos erros. Maior produção!

 

Toda manifestação de maturidade e diferenças para a individualidade foram acompanhadas de situações e complexidades da alma do seu criador. Criatura e criatura andam juntas.

 

Ao lado do simples aniversário blogal, há à proximidade de um novo ano. A mudança numérica enseja desafios para a existência, devendo, então, saborear os tempos futuros dentro do seu presente em momentos adequados.

 

Venha o que vier!

 

Reforma com Tentativa e Erro

 

O dia morre na sua elegância sem respostas. Dentro de mortos e feridos, há a evolução clara e evidente. Destino ou não, o tentado foi uma convicção demasiadamente pessoal, própria, bonita, estritamente apaixonante.

 

Interferir no destino, sabendo que aquele ponto é o sinal de uma (re) vivência, foi o mais brilhante entusiasmo já sentido. Os resultados não foram divulgados, mas o silêncio é a expressão do movimento repulsado. Faria de novo, sendo o mais intrometido dos intrometidos, quase um insistente.

 

Por questão de fôlego, faço este texto movido pela música do início da trajetória.  Encerro sem ser um maníaco, pois toda forma sentida se traduz numa evolução e não numa compaixão lograda de frustrações. Viver desta última forma seria uma cegueira do que pode e poderá ser. Ninguém sabe dos sabores de um final, mas sonhá-lo é essencial.

 

Encontrou-se a forma de construir o jardim. Agora, recomeçar, juntamente com outros recomeços.

 

Salientador

 

 

 

Concentração! 1, 2, 3... Bang! Um gatilho forçado para a tentativa incomum dos que são meramente insuportáveis: A ousadia. O casulo dos idiotas mora na mesma mesmice, da residência infernal dos mundos sem graça.

 

Ops... Estou contrariando? Se estiver, continuo contrariando. =D

 

O encontro da necessidade com o não amável dissemina uma contrariedade, que, em si, produz uma insatisfação sem cunho da própria ôntica da satisfação.  E quando a satisfação atinge o patamar do desconhecido? Ufa! Nem sei como dizer, pois a malandragem dos mortais (realmente mortais) mora na indecisão drástica de corromperem o próprio destino.

 

Ops... Contrariei os imortais? Sorriam!!! Quis contrariar mesmo!

 

O casulo dos idiotas e de toda forma estática universal do esquecimento do eu permitem a doença generalizada e claustrofobia da ousadia. Nasce aí à insatisfação como produto de uma satisfação forçada e não dialética, inspirada, até gutural, devido ao inexplicável, mas sentido. E, em âmbito de doença, se o paciente não interiorizar suas forças como médico interior, a dominação será perfeita, concêntrica, tornando o objeto principal, um anêmico de si e animado(manipulado pelos lápis dos desenhistas).

 

Neste momento, estico os braços, ouço música e desmembro mais uma vez as forças dissipativas. Aliás, o jeito de vivenciar as formas não doentias é contrariando a doença. Gira-se a manivela, apertam-se os cintos e grita-se que pode ser o mundo movido, se quisermos movê-lo.  

 

Contrariei todo mundo? Desculpem! Mas continuarei contrariando! =)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Recessão de Palavras

 

 

A recessão de textos. Hum, parece que navego pelas ondas do  concreto e não da viagem astral de idéias e de palavras. Acabei entrando nas ruas acadêmicas, nas quais  tropecei na casca de banana dos sentimentos e batendo a cabeça no muro do eu.

 

Faz falta a escrita... Muito mais a inspiração. Torna-se um mortal como os outros, sem a mesma inspiração intrínseca que desenvolve a ousadia. A falta de febre textual e a execução instantânea de momentos cruciais lotaram o ônibus suburbano do imediatismo medíocre.

 

Para onde vais?

 

Ainda tento a revolução nos moldes não comuns... A respiração simultânea à inspiração... Tenho as peças do Lego, mas ainda não sei montá-las.

 

 

 

 

Objetos Identificáveis e Identificados

 

 

Mais um final de semestre chegando. Cada vez mais, um diferente do outro. Uma libertação constante. Toda transformação em amplitudes maiores depende da libertação. Enfim, sair da mira baixa!

 

 

Mais e mais..Novos dias e novas construções!


Logos...
Intuição....
Dias...
Buscar...


Final de Primavera

 

 

Símbolos, dizeres... A semana complicada sob formas perfeitas... Ansiedade por ter que passar por blocos de luzes que queimam qualquer manifestação de ousadia e sentimento. O tempo passando e uma leva de palavras se transformam em inimigas de um intento dos intentos.

 

 

A palavra certa para comungar com precisão os fenômenos pormenorizados é escassa (se é que ela existe...). A minha maior dúvida é a questão do agora e das energias para o depois. É muito desconhecido para um indivíduo só. É maravilhoso, mas, ao mesmo tempo, desgastante e cruel. Ao lado disso, sinto os verdadeiros raios solares e a mágica das estrelas.

Substancial no Elementar

 

 

Já que a semana “blogal” só está com um texto, creio que os restos de minutos ensejam uma inspiração. Acontece que neste exato momento estou no transe de uma escolha ou de caminho diferente dos mortais modernos. Prefiro a fumaça de uma boa guerra do que o medo pelo desconhecido. Aliás, a guerra exige batalhas, perdas e vitórias, mas nunca a integralização de um alinha contínua e totalmente e angustiadamente feliz.

 

Sim, escrevo diante de um inconsciente revolucionário e tentador. Não é aquela forma pecaminosa e mecânica do mudar, mas a precisa e diamante conjunto de elementos que permitem a simbologia de uma tentativa admirável e concebida para os poucos. Não estou me exaltando ou me colocando no rol dos homens da História. Ousar custa caro. Sair da jaula mais tenebrosa do que a própria prisão exige dispêndio, porque as resistências e o pecado da desistência moram ao lado.

 

Por mais, não resta escrever e falar muito. A tentativa e erro correm no mesmo fluxo sanguíneo e a sensação de adrenalina perante o meio enfrentado é fantástico. Será mais ainda quando agimos e pensamos diante e por nós mesmos. Isso se chama, também,, crescimento.

 

Matrixlândia!

 

Credo! O sol é tão maravilhoso que tenho medo que a mediocridade tampe-o com nuvens negras. Afinal, a discrição do deserto parece ter mais proximidade do que a resolução cabal de insistência. Ouvir o “onde estás que não respondes?”!?

 

 

Repensando Fazendo

 

 

As aparências da chuva não atrapalharam os resultados de esforços comuns. Varreram os ancestrais e abençoou os novos acordes do presente e do futuro.

 

Não há o que falar demasiadamente.  A provocação foi feita e mais do que se pensa. Aliás, será muito mais do um foro íntimo de convicção.  Varrer as estruturas velhas e sair do barco mantido há tempo por muitos.

 

Varrer.

 

 

Estranho Relevo...Espanto da Destruição Montanhesca
A pressão do estado do mundo comprime de forma absurda a realidade de tudo e das coisas. As notícias dos últimos dias provocaram a letargia do ser humano, a ignorância dos demais. A comunhão para um nada absurdo e tosco.

Poderia lavar minhas mãos diante do inferno astral e existencial. As mãos podem ser lavadas, mas a indignação continuará. Inadmissível é fugir desta situação nefasta e ordinária, em que se comprova que o ser humano é mais do um ser pequeno. Um monte de carne e osso sem espírito. Morte de ideais na contemporaneidade.

Sim, o texto é pessimista, mas de cunho revoltoso! Se não for de mérito conhecer a realidade para mudá-la, do que se presta a vida e a luta por conhecimento fora da mediocridade?



Cinco Minutos

Aproveitando os cinco minutos para uma minuta não espetacular, mas digna de caráter. O que se vê não é somente o igual, mas a descaracterização dita pela raposinha do Pequeno Príncipe.

 

Ao contrário, não é um mundo trágico! O teatro de arquétipos é tão evidente, em que um Glauber é despedaço e taxado de louco! Ai, premissas sem o mínimo de vergonha! Ora, ora, os discursos políticos me irritam como se fossemos pobrezinhos, coitadinhos... Há coisas errados no mundo do certo.

 

E por fim, ponho-me em manifesto, diante do manicômio em si que existe aqui fora.

Reativar

Reativando Blog!!!

 

Reativar lembra uma palavra poderosa e de grande impacto: Recomeçar. Não há nada mais belo do que sair de uma realidade medíocre e conveniente com o igual, de buracos profundos e de uma igualdade de pensamento e desfocada de personalidade.

 

A reativação deste espaço dentre milhões representa o mínimo máximo... Não imposta o que é e sim o que está. Por que isso? Palavras como estas aqui, expressam o grau do avanço e da viagem par as estrelas...

 

Alias...Mirar as estrelas é algo super aconchegante!

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